a revolucionária tecnologia das criptomoedas que vai triplicar os lucros da sua empresa
Não estar mais presente nas redes sociais é algo estranho. Durante o dia, enquanto eu trabalho, geralmente costumava dar uma leve morcegada no Twitter e Instagram. Minhas idas ao banheiro eram mais longas e a cada scroll nos reels do Insta elas se alongavam dois ou três minutos a mais.
Desde que deletei esses aplicativos do meu celular e desativei as contas, tenho observado um aumento considerável no número de coisas que ando lendo. E não são leituras de 240 caracteres, de imagens com legendas ou algo assim. Realmente voltei a ler textos! E não só isso, textos na internet. Desde criança sou fascinado com tecnologia e conforme cresci, a tecnologia me sugou de formas completamente assustadoras.
É meio tosco dizer isso e eu odeio soar nostálgico, mas sinto falta da internet em 2009. Querendo ou não, eram outros tempos. Se quiser, podemos ir mais longe, ali por volta de 2005/2006 quando eu mal sabia me virar sozinho e já estava usando um computador com a facilidade que as crianças hoje em dia dançam coreografias do TikTok. E não me entendam mal, sou super a favor do TikTok, apenas não utilizo. E decidi que também serei assim com as redes sociais.
Pois bem, desde que parei de acessar as redes, meu consumo de INTERNET REAL aumentou consideravelmente. Um dos assuntos que eu sempre achei interessante e quis estudar mais - pra poder criticar com propriedade - são as criptomoedas. Não sou fã de investimentos em moedas virtuais e tampouco a ideia de uma sociedade Tesla Motors me apetece. O que me interessa e sempre me interessou foi a tecnologia por trás e suas aplicações.
Os efeitos socioeconomicos das criptomoedas estão cada vez mais presentes, já que acima de tudo ela é tratada hoje em dia como um modo de investimento e sua usabilidade no "mundo real" é quase nula. Você pode ficar rico de ETH ao mesmo passo que comprar o almoço de hoje (na América Latina) pagando em DOGECOIN é bem complicado. Além de todo pressuposto tecnológico que é definitivamente uma barreira para novos usuários da tecnologia, a ideia de fazer dela algo mais tangível pro povão muito me atrai.
continuarei lendo sobre cripto fora das redes sociais